29//08/01- ABB traz tecnologia que pode reduzir em até cinco vezes gastos de manutenção em empresas de processo

Protocolo incorpora módulo de manutenção predita (Optimize-IT) e possibilita supervisão industrial ao sistema corporativo

São Paulo, 29 de agosto de 2001- A ABB, companhia global de engenharia e tecnologia, trouxe para o Brasil o protocolo de comunicação Foundation Fieldbus, que possibilita a supervisão, acionamento e instrumentação de campo em empresas de processo.

Um levantamento recente revela que cerca de 2/3 do resultado líquido de uma empresa típica de processos é gasto em verba de manutenção e que de 70 a 80% das válvulas são programadas para manutenção sem necessidade. "Sem este conceito, uma empresa pode estar gastando até cinco vezes mais", explica Sérgio Borges, Gerente da área de Instrumentação e Analítica da ABB.

O diferencial da tecnologia é o conceito do Industrial IT, que possibilita ao usuário incorporar um módulo de manutenção preditiva, via sinais especiais enviados da instrumentação de campo para todo o sistema supervisório – todos dentro da mesma engenharia- , bem como interligar toda a supervisão industrial ao sistema corporativo do usuário. A engenharia de comunicação permite ao usuário definir os pontos de interação com o processo. "Mesmo a distância, é possível não só saber, por exemplo, quando a calibração fugiu do ponto ótimo, como corrigir o problema ou emitir ordem de serviço para a manutenção", explica Borges.

Foi fechado nesse ano um contrato com a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), no valor de R$ 10 milhões, para o fornecimento de toda a parte de automação, abrangendo os controladores lógicos programáveis, as estações de operação e de engenharia, softwares e drives da planta de pelotização da cidade de São Luís, Maranhão. Também fazem parte do escopo o sistema de acionamento que inclui inversores de freqüência de média tensão para ventiladores e prensas de rolos, drives baixa tensão e motores de média tensão. "A entrega e os primeiros testes devem acontecer já em outubro", conclui Francisco Soares, gerente de Negócios para mineração da ABB. A usina deve entrar em operação em março de 2002.

A ABB no Brasil (http://www.abb.com.br) possui fábricas em Osasco (SP), Guarulhos (SP), Betim (MG), Montes Claros (MG), Blumenau (SC), Cachoeirinha
(RS),Camaçari (BA) e Macaé (RJ), onde emprega mais de 6 mil pessoas. No mundo, conta com cerca de 160 mil funcionários em mais de 100 países. Atende clientes
nos segmentos de concessionárias, indústrias de processo, indústrias de manufatura e consumo, óleo, gás e petroquímica e serviços financeiros.


Last edited 2002-01-22
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