Com capacidade de produzir 16.000 toneladas de matérias-primas por mês, cada dia sem funcionamento significaria deixar de fabricar cerca de 535 toneladas de produtos
São Paulo, 25 de março de 2003 - A ABB, companhia líder em tecnologia de energia e de automação, concluiu com sucesso os serviços de parada para manutenção na planta industrial da Petroflex, localizada no município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. A mão-de-obra nos trabalhos foi da petroquímica, mas todo o planejamento e a coordenação foram liderados pela ABB. Os serviços foram feitos realizados entre 10 e 23 de fevereiro, mas o planejamento começou seis meses antes, em agosto do ano passado. A parada para manutenção é obrigatória e realizada a cada três anos. Com capacidade de produzir 16.000 toneladas de matérias-primas por mês, cada dia sem funcionamento significaria deixar de fabricar cerca de 535 toneladas de produtos, causando impactos negativos no faturamento da companhia. Em Duque de Caxias, a petroquímica produz borracha sintética e produtos especiais como PBLH e petrolátex, utilizados na fabricação de pneus. A planta da Petroflex em Duque de Caxias tem 1.694.375 metros quadrados de área. A parada englobou a realização de serviços em 750 equipamentos estáticos (caldeiras, canos e tubos, por exemplo) e 36 rotativos (motores, por exemplo). Nos 14 dias da parada para manutenção preventiva, foram gastas 37.886 horas de trabalho, contra uma previsão inicial de 32.990 horas, sem qualquer tipo de acidente. Para Francisco de Assis Pereira, gerente da planta industrial da Petroflex, a parada geral de uma petroquímica é sempre um momento de muita tensão em decorrência dos compromissos assumidos junto a clientes e acionistas em relação a prazos, atendimento à programação de produção, custos, perda de faturamento e credibilidade. Entretanto, quando há um contrato de gerenciamento de ativos industriais, esse nervosismo tende a diminuir, pois os profissionais que estarão liderando os trabalhos são os mesmos que vivem o dia a dia da petroquímica. “Essa convivência diária traz um grande entrosamento e sinergia entre a operação e a manutenção”, explica. Outro ponto fundamental é a qualidade do planejamento. “O importante não é o número de pessoas responsáveis pelo planejamento e sim a capacidade profissional dos envolvidos. A nossa parada, que durou 14 dias, a um custo de R$ 1 milhão, envolveu apenas um planejador, que foi a ABB.” A próxima parada está prevista para ocorrer após quatro anos. O contrato entre ABB e Petroflex vai completar 11 anos em novembro deste ano. A ABB ( www.abb.com.br ) é líder global em tecnologias de energia e automação voltada ao aprimoramento da performance de clientes dos setores industriais e de concessionárias, reduzindo seus impactos ambientais. A ABB emprega cerca de 139.000 funcionários em mais de 100 países. No Brasil, tem seis fábricas, com cerca de 3.800 funcionários permanentes.