Companhia quer mostrar que, se antes estavam restritas à indústria automobilística, hoje as células robotizadas estão presentes em diversos setores, como farmacêutico, de alimentos e de eletroeletrônicos, entre outros
São Paulo, 6 de outubro de 2003 – Que tal tomar um vinho em uma taça servido por um robô? Empresários, visitantes e convidados que comparecerem ao estande da ABB na Feira da Indústria Eletroeletrônica (FIEE), que será realizada entre 6 e 10 de outubro no Anhembi, em São Paulo, terão essa oportunidade. A companhia quer mostrar que, se antes os robôs eram utilizados somente pela indústria automobilística, agora estão presentes em inúmeros segmentos industrias, como na fabricação de tubos de creme dental e televisores, entre outros. Hoje, indústrias de eletroeletrônicos, de manufaturados e de produtos de consumo em geral já respondem por 20% das vendas da ABB nessa área e ajudam a impulsionar os resultados. Em 2002, a ABB dobrou o volume de vendas em sistemas de automação e robótica no País. Para este ano, a ABB projeta um crescimento de 10% no mercado industrial. “A partir de 2004, o crescimento deve ser mais expressivo”, afirma José Augusto Marques, vice-presidente da ABB. “Onde houver necessidade de ganhar produtividade, eficiência e velocidade, sempre haverá espaço para células robotizadas e acessórios”, lembra Marques. A ABB já implantou cerca de 2.000 desses equipamentos no Brasil, a maioria em montadoras e autopeças. A tendência, entretanto, é instalar cada vez mais equipamentos em linhas de produção de produtos de limpeza, higiene, remédios, embalagens e alimentos, entre outros. Na origem da robótica, o setor automotivo foi o grande comprador. Hoje, é clara a migração dessa tecnologia para a manufatura de produtos de consumo. Na Unilever, a ABB instalou robôs para a manipulação de produtos de limpeza na fase de embalagem. Também foram fornecidos equipamentos para linhas de cremes dentais. “O Brasil oferece muito potencial nessa área, principalmente porque é industrializado e as companhias estão verificando agora que automatizar as linhas pode trazer muitos benefícios”, explica Marques. A ABB foi a primeira companhia no mundo a atingir a marca de 100 mil robôs comercializados, em abril do ano passado. O primeiro saiu da linha de montagem da ABB em 1974 e foi utilizado para alimentação de máquinas e movimentação de materiais, atividades que respondem por 30% dos robôs vendidos atualmente. As linhas de soldagem da indústria automotiva, por sua vez, foram responsáveis pelos maiores saltos do mercado de robótica. “Toda vez que um novo modelo é lançado, é necessário um novo robô”, explica Marques. A ABB (www.abb.com.br) é líder em tecnologia de energia e automação voltada ao aprimoramento da performance de clientes dos setores industriais e de concessionárias, reduzindo seus impactos ambientais. A ABB possui cerca de 133.000 funcionários em mais de 100 países. No Brasil, tem seis fábricas, com cerca de 3.800 funcionários.